Por Marketing Método
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30 de julho de 2026
Durante o painel "Segurança, IA e Poder: Até Onde a Cidade Pode Monitorar para Proteger?", no evento Smart Cities Mundi 2026 realizado em maio no Rio de Janeiro, lideranças de provedores, operadoras, órgãos de segurança e especialistas em governança debateram os rumos das tecnologias urbanas. Na oportunidade, um dos destaques ficou para o diagnóstico de que o maior obstáculo para a consolidação das cidades inteligentes no país não é a falta de tecnologia de ponta, mas sim a ausência de integração e a subutilização crônica das ferramentas contratadas na maioria dos municípios. Durante o debate, foi levantado que as administrações públicas frequentemente buscam a aquisição de equipamentos ou projetos replicados de outros municípios, sob a expectativa de que essas ferramentas isoladas resolvam problemas estruturais de forma automática. Contrapondo essa visão, foi alertado que o verdadeiro ganho público não está no “Hype” do software ou do hardware em si, mas no dimensionamento sob medida de um ecossistema integrado que respeite cada realidade local. "O papel fundamental de quem desenha essas soluções é traduzir demandas brutas em arquiteturas modulares de alto impacto. O setor deixou de ser um mero fornecedor de equipamentos e passou a ser o elo que conecta necessidades com resultados práticos", ponderou Pedro Ferreira, CEO da integradora Método System e um dos palestrantes convidados do painel. Um dos principais pontos críticos debatidos foi o impacto de processos de contratação muitas vezes engessados que desconsideram o ciclo completo da operação urbana. Apontou-se no painel que muitas concorrências e editais públicos ainda operam de forma isolada, funcionando quase como "receitas de bolo" que orientam a compra de grandes volumes de tecnologia, mas deixam de fora a integração desses novos sistemas com a infraestrutura e órgãos que já atuam na ponta. Diante desse cenário, Ferreira defendeu que o grande desafio atual das cidades reside em conseguir dimensionar uma entrega técnica dentro do que o município de fato possui porte, orçamento e pessoas capacitadas para operar no dia a dia. O painel também jogou luz sobre a velocidade das transformações digitais e a necessidade urgente de os gestores focarem na qualidade e na maturidade do uso atual antes de buscarem novas aquisições no mercado. "O 'trem' da evolução tecnológica não tem estação, ele não para. Não adianta o gestor público tentar acompanhar todas as novidades o tempo todo sem critério. O discurso que precisa ser levado para as cidades é: preparem-se para receber, integrar e usar em capacidade máxima o que vocês já têm. Tecnologia por si só não resolve desafios urbanos; o que resolve é transformar tecnologia em processo, processo em inteligência e inteligência em resultado real para o cidadão", concluiu Ferreira. Sobre a Método System A Método System, empresa do Grupo Método, é uma integradora de tecnologia especializada na transformação de ambientes e cidades em espaços seguros, inteligentes e conectados. Com mais de uma década de atuação, a empresa se consolidou como referência nacional na implantação de soluções avançadas em segurança eletrônica, automação e Internet das Coisas (IoT), atendendo com excelência organizações públicas e privadas. A companhia conecta áreas vitais como segurança, mobilidade, saúde, educação e defesa civil, utilizando videomonitoramento inteligente e análise em tempo real para apoiar tomadas de decisão estratégicas e antecipar ocorrências. Indo além da simples implementação de sistemas, a Método System desenvolve ecossistemas tecnológicos completos focados em gerar mais controle, eficiência operacional e impacto direto na qualidade de vida da população. Para saber mais, acesse: metodosystem.com.br .